Acervo

Mourão defende paridade e salário; confira outros destaques do Pela Ordem


O prefeito Luiz Fernando Machado (PSDB) se reúne nesta sexta-feira (01) com a diretoria da CPFL para tratar da falha de atendimento durante a crise de falta de energia desta semana, quando jundiaienses ficaram mais 48 horas sem luz. Além deste problema, a ETA (Estação de Tratamento de Água) também não conseguiu bombear água para a população por falta de energia e demora da CPFL para resolver o problema. O prefeito Luiz Fernando Machado afirmou que não há justificativa plausível para a falta de equipes da CPFL em Jundiaí para resolver prontamente a queda de energia. “Ficamos de mãos atadas, dependendo da empresa concessionária, que não conseguiu prestar serviço adequado. Vamos exigir atenção à estação de bombeamento no Jundiaí-Mirim.” O promotor público Fabiano Severiano abriu inquérito civil público para apurar a demora da CPFL em atender a população de Jundiaí, durante o apagão desta semana. Aproximadamente 50 mil clientes ficaram sem energia, com demora na religação que chegou a 48 horas. A empresa tem cinco dias para responder aos questionamentos. O Procon estuda maneiras de responsabilizar a empresa, de capital aberto. Uma das empresas proprietárias do avião que caiu e causou a morte do presidenciável Eduardo Campos (PSB) em 2014 é apontada por ex-executivos da OAS que firmaram acordo de delação como uma das principais geradoras de caixa dois e pagamento de propina da empreiteira, sobretudo a políticos do Norte e Nordeste. A Câmara e Vasconcelos Terraplanagem, segundo os depoimentos, lavou ao menos R$ 79 milhões. O vice-presidente do Brasil, general Hamilton Mourão, disse nesta quarta-feira (27) que na reforma da Previdência dos militares "tudo é negociável, menos a integralidade e a paridade". A integralidade mantém o valor da aposentadoria igual ao do último salário recebido pelo militar enquanto estava na ativa. Enquanto a paridade diz respeito a equiparação dos aumentos do benefício ao dos salários dos militares que ainda trabalham. A juíza Flávia Luders, do Tribunal de Justiça de São Paulo, bloqueou as contas do prefeito de Várzea Paulista, Juvenal Rossi (PP) e do diretor de compras da Prefeitura, José Aparecido de Melo, por dano ao erário público, de R$ 370 mil, na compra de equipamentos para parques das escolas municipais. Os dois têm 15 dias para apresentar defesa e a Prefeitura de Várzea afirmou que irá recorrer da decisão.

Notícias relevantes: