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Prefeito cobra ação da cpfl; Confira outros destaques do Pela Ordem

DA REDAÇÃO | 02/03/2019 | 05:03

O prefeito Luiz Fernando Machado se reuniu, nesta sexta-feira (01), com representantes da CPFL para solicitar providências de modo a conter os transtornos à população. “Tivemos conhecimento de que alguns bairros chegaram a ficar mais de 36 horas sem energia. Se por um lado a situação é agravada por conta do grande volume de chuvas, também há o fator da demora no atendimento às solicitações, que precisa ser revertido”, destacou.

O gerente de negócios da CPFL, Fernando Monteiro, afirmou que vai montar um plano de trabalho e buscar maior integração com a Prefeitura para atender as ocorrências com mais eficiência. “Não queremos que a população seja prejudicada. No caso da DAE, por exemplo, vamos pensar em uma forma de priorizar o atendimento quando faltar energia.”

O governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), disse que a cessão de uma aeronave para que o ex-presidente Lula possa participar do velório do neto “é apenas um gesto de solidariedade para um ex-presidente”. “Fiz o que ele e qualquer outro faria no meu lugar”, afirmou o governador à reportagem. O ex-presidente foi autorizado a sair temporariamente da prisão para ir ao velório do neto, que acontecerá em São Bernardo do Campo.

Com o incômodo gerado por declaração de Jair Bolsonaro sobre mudança na reforma previdenciária, o Palácio do Planalto prepara um plano para limitar os comentários do presidente sobre o assunto. A ideia, defendida por integrantes das áreas econômica e militar, é que ele comente em público apenas aspectos sociais ou pouco sensíveis da proposta, evitando pontos polêmicos que possam gerar mal-estar com o Poder Legislativo.

Dois meses após tomar posse com status de superministro, Sergio Moro já coleciona derrotas e recuos que foi obrigado a fazer publicamente após contraordens do presidente Jair Bolsonaro. Estes episódios de constrangimento tem gerado desgaste e irritado o ministro. Moro, segundo assessores próximos, passou a quinta-feira de cara fechada. O ministro aceitou deixar a carreira de juiz sob o argumento de que estava “cansado de tomar bola nas costas”.

O arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani Tempesta, negou nesta sexta-feira (1º) envolvimento nas fraudes envolvendo a organização social Pró-Saúde, cujo conselho diretor é formado por membros da Igreja Católica fluminense. A ciência sobre as fraudes da OS foi mencionada pelo ex-governador Sérgio Cabral (MDB) em depoimento ao juiz Marcelo Bretas. “Não houve nenhum tipo de conduta ilícita de minha parte”, afirmou. dom Orani.


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