Polícia

Dois padrastos são denunciados por estupro de vulnerável

VIOLÊNCIA Uma das crianças tem 9 anos, já a outra tem 13, mas vem sendo estuprada desde os sete anos de idade pelo padrasto


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Meninas denunciam abusos que vinham sofrendo em casa
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Dois padrastos foram acusados de estupro de vulnerável neste final de semana em Jundiaí: um da Vila Nambi e outro do Agapeama. Em uma das denúncias, a menina de 9 anos relatou ter sido ensinada pelo 'pai' a massageá-lo em suas partes íntimas há dois meses. A outra criança agora tem 13 anos, mas vem sendo abusada desde os sete pelo padrasto com quem mora há 10 anos. Ele inclusive já manteve relações sexuais com ela.

Os dois casos foram denunciados no Plantão Policial, esse fim de semana, pelas vítimas e suas respectivas mães. As investigações, no entanto, serão conduzidas pela Delegacia da Mulher de Jundiaí (DDM). Conforme noticiado pelo Jornal de Jundiaí na última sexta-feira (29), estupro de vulneráveis corresponde a quase 77% dos casos de abuso registrados em Jundiaí.

No caso da menina de 9 anos, a mãe chegou em casa após o trabalho e em conversa com a filha acabou sabendo que todos os dias seu companheiro, a quem a criança chama de pai, a pedia para massageá-lo. A mãe perguntou como eram essas massagens e a menina explicou que ela fora instruída por ele a começar massageando sua barriga e depois terminar massageando as partes íntimas dele. Ainda segundo a criança ele a aliciou a fazer isso há dois meses, alegando que "a ensinaria a fazer algo diferente".

A mãe confrontou o abusador, que ficou agressivo e desferiu um tapa no rosto dela. Com medo dele, mãe e filha foram para a casa dos avós. Questionada, a menina negou ter sido tocada pelo padrasto.

ESTUPRO

O outro caso registrado envolve uma menina que atualmente tem 13 anos de idade, mas que vem sendo estuprada pelo padrasto desde os sete. Por anos a criança escondeu o fato por medo e vergonha, mas ao compartilhar o horror que vem vivendo com uma prima, a mesma a incentivou a contar para sua mãe.

No começo a menina teve medo e custou a conseguir se expressar. Por fim, relatou tudo o que viveu nos últimos oito anos e que o último estupro havia ocorrido há apenas duas semanas. Ele começou a molestando, mas logo iniciou os abusos que envolviam conjunção carnal.

A mãe aguardou até a manhã seguinte, quando o companheiro com quem mora há 10 anos e com quem tem outras duas filhas, foi trabalhar para levar a adolescente ao Hospital Universitário e posteriormente registrar o Boletim de Ocorrência.


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