Polícia

PF prende homem com 10 kg de cocaína dentro de velas no aeroporto de Guarulhos

A suspeita surgiu quando o aparelho de raio-X detectou que havia presença de matéria orgânica em uma das malas do passageiro; o material também chamou a atenção dos cães farejadores treinados para detectar drogas nas malas dos passageiros


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Polícia Federal apreende 10 kg de cocaína no aeroporto de Guarulhos
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Uma operação conjunta realizada na madrugada desta quarta-feira (28) pela Polícia Federal e pela Receita Federal no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos (Grande SP), prendeu um homem e apreendeu 10 kg de cocaína que eram transportados por um passageiro de um voo com destino à Etiópia.

Segundo a Polícia Federal, a droga estava acondicionada em grandes velas. O produto foi localizado por cães farejadores dentro da mala de um passageiro natural de Guiné.

Este foi o segundo caso em uma semana de um passageiro com origem africana que tentar embarcar com drogas escondidas em velas.

O guineense já estava dentro da aeronave com destino a Addis Abada, quando os agentes pediram para que ele saísse para que a sua mala fosse revistada em sua presença na sede da PF em Cumbica.

A suspeita surgiu quando o aparelho de raio-X detectou que havia presença de matéria orgânica em uma das malas do passageiro. O material também chamou a atenção dos cães farejadores treinados para detectar drogas nas malas dos passageiros.

Ao abrir uma das malas, foi detectado que na verdade as 20 grandes velas estavam recheadas de droga. O guineense estava em situação de residente no Brasil. Após a escala na Etiópia, ele revelou que seu destino final era o seu país de origem, mais precisamente na cidade de Conacri, na Guiné.

Ele foi preso em flagrante por tráfico internacional de drogas e apresentado à Justiça Federal.

Mais velas no dia 21, uma nigeriana foi presa por tentar embarcar com 9 kg de cocaína escondida em 18 velas religiosas.

Da mesma forma que o guineense preso nesta quinta, ela também tinha como destino Addis Abada, na Etiópia.

Procurada, a PF não informou se há relação entre os casos.


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