Polícia

Polícia investiga se há outras vítimas de estupro envolvendo professor

EM INVESTIGAÇÃO O suspeito, professor de capoeira em duas escolas particulares, já deu aula em outras oito, sendo seis delas em Jundiaí e duas na Capital


Divulgação
Se mais vítimas se identificarem com o caso, devem procurar a Delegacia de Investigações Gerais
Crédito: Divulgação

Para que seja dado início imediato às investigações da Polícia Civil sobre a suspeita de estupro envolvendo um instrutor esportivo, de 40 anos, que trabalha em um projeto social em Jundiaí, contra uma adolescente de 16 anos, denunciado na segunda-feira (6), na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), a delegacia Seccional designou o caso para a Delegacia de Investigações Gerais (DIG). Isso porque a DDM ficou, repentinamente, sem delegado responsável.

Além do caso a Polícia também deve ampliar o campo de investigação para alcançar outras possíveis vítimas, já que ele é professor de capoeira em pelo menos duas escolas particulares da cidade - mantendo contato frequente com muitos adolescentes -, é professor da modalidade em um grupo oficial de capoeira, e já deu aula em pelo menos outras oito escolas particulares, seis delas em Jundiaí e duas em São Paulo. Por ora, um dia após as denúncias, a reportagem apurou que não há outras vítimas.

Ontem (7), algumas pessoas relacionadas ao caso já foram ouvidas na delegacia e, segundo o delegado Rafael Diorio, o caso está bem encaminhado nas investigações. "Mas não posso dar nenhum detalhe, pois corre em segredo de Justiça".

Além de estupro, o instrutor também está sendo investigado por ameaça contra a menina, e por fornecer substância viciante (cerveja). Os crimes, segundo ela, ocorreram no último sábado (4, à tarde, após as aulas do projeto, que funciona em um equipamento publico municipal, mas que não pertence à Prefeitura.

DDM

Com a recente licença tirada pela delegada titular Rubia Braz Scarpa Fleming, a DDM passou a ser liderada, temporariamente, pela delegada Aline Bonchristiani, de Itatiba. No entanto, nesta terça-feira (7) ela precisou se afastar por problemas de saúde, o que deixou a delegacia especializada sem delegado, de forma repentina. Com isso, para que o caso de estupro não fique parado, a DIG assumiu.

RELEMBRE O CASO

No último sábado, a vítima, seu pai e o instrutor, que é considerado pela menina como tio, e é muito próximo da família, estavam em uma equipamento público de lazer e esportes da cidade, em aulas esportivas. Após as aulas, a menina pegou carona com o 'tio' (algo comum entre eles) para ir para sua casa e, no trajeto, ela conta que passou a ser assediada por ele. Na sequência, ela conta que ele a levou para o apartamento dele, onde a atacou. Leia a matéria completa em nosso portal: jj.com.br.


Notícias relevantes: