Polícia

CASO LARA: DIG percorre o agreste pernambucano atrás do principal suspeito do crime

Dois delegados e três investigadores deixaram Jundiaí no último domingo para prender o suspeito, em Pernambuco


Jornal de Jundiaí
Diorio, diante do calhamaço de folhas do inquérito do caso Lara, morta em Campo Limpo Paulista
Crédito: Jornal de Jundiaí

Por Fábio Estevam - Policiais da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), de Jundiaí, e do Departamento de Operações Policiais e Estratégias (Dope), de São Paulo, percorreram parte do agreste pernambucano durante esta semana, na tentativa de prender o principal suspeito de envolvimento na morte da menina Lara Maria Oliveira Nascimento, de 12 anos, cujo corpo foi encontrado no dia 19 de março deste ano, em um terreno na região do bairro Botujuru, bairro onde ela morava, em Campo Limpo Paulista.

Durante as investigações, a DIG, com apoio do Dope, obteve informações de que o principal suspeito, de 41 anos, - que tem mandado de prisão expedido pela Justiça desde o dia 28 de março e é considerado foragido -, estaria se escondendo em casas de familiares residentes em pequenas cidades do agreste nordestino, bem como também em grandes centros do estado.

O delegado da DIG Rafael Diorio Costa deixou Jundiaí no último domingo (24), com destino a Pernambuco, acompanhado da delegada Ivalda Oliveira Aleixo, da divisão de capturas do Dope, além de dois investigadores do Dope e um da DIG. Foram feitas algumas diligências em locais previamente identificados, além de outros descobertos durante a estada do grupo policial.

Credito: Jornal de Jundiaí / Descrição: Diorio disse que a ida a Pernambuco teve como objetivo prender e trazer o suspeito para Jundiaí, mas ele não foi encontrado

Apesar de não encontrarem o suspeito, Diorio informou que a viagem não foi perdida. “Nós fomos para prendê-lo, essa era a intenção. No entanto, não conseguimos achá-lo. De qualquer forma, tivemos contado com alguns familiares e conhecidos dele, e conseguimos informações importantes que nos ajudarão na sequência dos trabalhos na tentativa de achá-lo e prendê-lo”, comentou o delegado da DIG, Rafael Diorio Costa.

RELEMBRE O CASO LARA
Pouco antes do meio-dia de 16 de março deste ano, Lara saiu de casa para ir a uma mercearia no bairro onde morava, a alguns metros de sua casa, para comprar refrigerante. Por conta da demora em retornar, os pais foram até a mercearia e descobriram que ela havia passado por lá; esta, então, foi a última vez que Lara foi vista.

A partir de então policiais de Campo Limpo Paulista e da DIG passaram a investigar. Dois dias depois o corpo dela foi encontrado com marcas de violência. De acordo com o laudo, ela morreu devido a um traumatismo craniano causado por ao menos quatro golpes na cabeça.

Durante as investigações, um carro suspeito foi identificado, cujo condutor, morador em Francisco Morato, também foi identificado. Ele chegou a conversar com policiais, durante diligências. Após isso, ele desapareceu.


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