Polícia

Caso do dermatologista acusado de violência sexual em Jundiaí segue sem conclusão

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Crédito: Reprodução/Internet

A poucos dias de completarem seis meses da primeira denúncia de violência sexual mediante fraude contra um famoso dermatologista de Jundiaí, o caso segue em aberto e sem conclusão. Por estar em segredo de Justiça, detalhes da investigação não podem ser informados, segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), que se limitou apenas a dizer que sete inquéritos foram instaurados.

O primeiro caso foi denunciado no dia 27 de setembro do ano passado por uma jovem de 19 anos. Ela contou as formas abusivas, segundo ela, de como foi apalpada por ele durante uma consulta. Quando pensava-se se tratar de um caso isolado, outras vítimas começaram a procurar a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM). Algumas viraram inquérito e outras apenas foram qualificadas no processo.

A reportagem apurou que, apesar do tempo de investigações, o médico ainda não foi ouvido. Seus advogados alegam inocência.

A delegada Milena Galhardo Anhê, titular da DDM, foi consultada sobre em que pé estão as investigações, mas alegou que, por ter sido pedido segredo de Justiça - feito pela até então titular Renata Yumi Ono -, ela não poderia passar informações do caso. A SSP, por sua vez, informou apenas a quantidades de inquéritos abertos e reforçou o segredo de Justiça.


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