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Mulher diz ter sido estuprada e agredida atrás da Rodoviária de Jundiaí

Fábio Estevam | 03/04/2020 | 17:26

Policiais da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Jundiaí investigam um estupro ocorrido na noite desta quinta-feira (2), atrás do Terminal Rodoviário de Jundiaí, no final da avenida 9 de Julho. A vítima é uma mulher de 38 anos, moradora no Ipiranga, em São paulo, que alegou ter sido atacada por um desconhecido depois de eles terem feito uso de drogas, juntos.

Segundo contou à polícia, ela havia feito uso de drogas no jardim São Camilo e, logo após isso, foi para a rodoviária porque iria para Bragança Paulista. Enquanto aguardava o ônibus, foi convidada por um desconhecido para fazer uso de drogas em uma área afastada, atrás da rodoviária.

Depois de fumarem crack, ela se levantou para retornar á rodoviária, quando ele também se levantou e parou na frente dela, com uma faca e uma barra de ferro nas mãos, dizendo: “agora você vai fazer sexo comigo a noite inteira ou vai morreu queimada”. E ordenou que ela se despisse.

Com medo ela acabou tirando a roupa e ele foi para cima dela. O estupro ocorreu por cerca de 40 minutos, até que ele, segundo ela, ejaculou. Após isso ela se levantou, querendo ir embora, e ele a chamou para ir com ela até uma área de mata nas proximidades.

Com medo de ser morta, ainda nua ela saiu correndo gritando por socorro. Ele foi atrás dela e passou a agredi-la com uma sequencia de chutes, enquanto ela continuava a pedir ajuda.

Alguns populares ouviram os gritos e foram até eles questionando o que estava acontecendo, momento em que o criminoso saiu correndo em direção à rodovia Anhanguera, nãos endo mais visto.

A Guarda Municipal foi chamada no local e os GMs Gilson e Pretti a levaram para o Hospital Universitário (HU), que fica próximo do local do estupro, onde ela foi atendida com os exames de praxe para caso de estupro.

Na sequencia os GMs a levaram para o Plantão Policial, onde ela foi ouvida pelo delegado Victor Hugo Pizolatti. Foram então extraídas cópias do formulário de atendimento multiprofissional do HU, sendo entregue requisição do Instituto Médico Legal – IML (Constatação de Conjunção Carnal/Ato Libidinoso) à vítima.


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