Polícia

Ossadas dos corpos encontrados em Jarinu vão para a arqueologia do IML-SP


jarinu
Crédito: Reprodução/Internet
As ossadas dos três corpos encontrados carbonizados em Jarinu na madrugada de quarta-feira (18), que estavam sendo analisados no Instituto Médico Legal (IML) de Jundiaí foram levados para o IML de São Paulo na manhã desta quinta-feira (19). De acordo com a delegada Camila Duarte Pina, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), não foi possível colher o DNA das vítimas em Jundiaí, sendo necessária transferência para o setor de arqueologia por conta de uma melhor estrutura para casos envolvendo apenas ossadas. Camila, aliás, também decretou sigilo ao caso, segundo ela para preservar informações apuradas pelos policiais e não atrapalhar as investigações. "Fiz isso para assegurar a busca pela verdade", disse ela. Apesar disso, ela confirmou que a principal linha de investigação é sobre um possível acerto de contas entre criminosos. "Os corpos não foram ainda identificados, portanto não posso cravar que o rapaz é a mesma pessoa de quem estamos falando. de qualquer forma, os indícios são fortes. Trata-se de um ex-presidiário que havia saído da prisão há cerca de um ano e meio e que teria tido uma desavença com um outro criminoso. Esse desafeto teria mesmo jurado ele de morte. Essa é sim a principal linha de investigação", disse a delegada, que ouviu familiares das supostas vítimas, que são um casal e seu filho. Camila também informou que não foi possível saber se as vítimas foram amarradas ou amordaçadas, mas disse que a criança estava no banco de trás.

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