Política

Bolsonaro descarta a compra de vacinas chinesas


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O decreto gerou grande repercussão negativa para o governo Jair Bolsonaro durante toda a quarta-feira (28)
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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) descartou a compra de vacinas pelo governo na manhã desta quarta (21) até que haja comprovação de eficácia. "Toda e qualquer vacina está descartada por enquanto. A vacina precisa de comprovação científica para ser usada, não é como a hodroxicloroquina."

A declaração foi feita durante visita às instalações do Centro Tecnológico da Marinha (CTMSP) em Iperó (a 126 km da capital paulista). Ele estava acompanhado pelo chefe do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno, e pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes.

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, havia anunciado na terça (19) investir R$ 2,6 bilhões para colocar mais 46 milhões de doses da Coronavac, vacina da farmacêutica chinesa Sinovac, no programa de imunização. No Brasil, ela é produzida pelo Instituto Butantan.

"A vacina do Butantan será a vacina do Brasil", disse Pazuello em teleconferência com os governadores. "O Butantan já é o grande fabricante de vacinas para o Ministério da Saúde, produz 75% das vacinas que nós compramos." (FP)


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