Política

Candidatos a prefeito trazem suas propostas para o combate à violência contra a mulher em Jundiaí

Em mais uma etapa da série de reportagens com as 13 candidatos a prefeito de Jundiaí, o Jornal de Jundiaí traz hoje um dos assuntos mais polêmicos até agora, mas de fundamental importância no nosso cenário atual, que é a violência contra a mulher. Confira o que cada um deles pensa sobre o tema.


Antonio Augusto/Ascom/TSE
TSE - Tribunal Superior Eleitoral Urna eletrônica
Crédito: Antonio Augusto/Ascom/TSE

 

Fábio Marcussi

Fabio Marcussi (PSB) Elaborar, para Jundiaí, diagnóstico demográfico e psicossocial da situação das mulheres em todas as etapas de sua vida. Implementar políticas de prevenção à violência de gênero e à violência contra as mulheres no município. E apoiar o empreendedorismo feminino.

Daniela da Câmara

Daniela da Câmara (PT) Vamos implantar a Casa da Mulher Brasileira com acesso à Justiça, abrigo temporário, apoio psicossocial e à retomada da vida. Em parceria com a sociedade civil, vamos criar uma ampla rede de enfrentamento e prevenção à violência e articular a Delegacia da Mulher 24 horas, com atendimento todos os dias.

Cíntia Vanessa

Cíntia Vanessa (PSOL) Construção do Centro de Referência e apoio a mulheres vítimas de violência e vulnerabilidade social, com atendimentos de modo interdisciplinar, conciliada com a Delegacia da Mulher, que terá seu atendimento ampliado para 24 h. Debater gênero nas escolas para trabalhar com o respeito a condição da mulher e a diversidade.

Rafael Purgato

Rafael Purgato (PCdoB) Entre nossas prioridades estão as mulheres. Garantiremos atendimento clínico pelo SUS, sociofamiliar e protetivo pela assistência social às vítimas de violência, criaremos programa de enfrentamento de abuso em transporte público e fomentaremos ações para que as mulheres tenham autonomia econômica.

Silas Feitosa

Silas Feitosa (PRTB) Nosso governo fará um completo levantamento de dados que possam subsidiar as políticas públicas voltadas para o enfrentamento da questão. Reforçaremos também os espaços de apoio, como a Casa de Amparo às Mulheres vítimas de Violência Doméstica, a fim de garantir a integridade física a cada uma delas.

Márcia pará

Márcia Pará (Democracia Cristã) Criar o app "Botão do Pânico", que será um app para proteger as vítimas de violência doméstica. Solicitar aos órgãos competentes a Vara Especial de Violência Doméstica em Jundiaí. Faremos o acompanhamento e conscientização dos autores de violência contra a mulher, para evitar reincidência.

Edimarco Silva

Edimarco Silva (Pros) É crescente o número de ocorrências de violência contra a mulher. Tenho como proposta criar a Casa de Proteção à Mulher, com atendimento de psicólogos. Além disso, vou promover a criação de um aplicativo com o botão do pânico ligado ao número de chamado da Guarda Municipal, para atendimento mais rápido aos chamados.

Luiz Fernando Machado

Luiz Fernando (PSDB) Terão sequência as ações para a proteção das mulheres vítimas de agressões e fortaleceremos a rede de proteção na área social. Em 2019, mostramos expertise nestas ações quando instituímos o programa Patrulha Guardiã Maria da Penha, liderado pela GMJ, que dedica atenção especial às mulheres e monitoramento dos casos.

Pedro Bigardi

Pedro Bigardi (Rede) Propomos ações integradas com a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), campanhas de orientação, inclusive divulgando a Lei Maria da Penha, utilização de aplicativos de celular para denúncia, além do atendimento de saúde (agentes de saúde) e social através dos programa do SUS e SUAS.

Marcus Dantas

Marcus Dantas (PSL) Conscientização de direitos e deveres para que as mulheres sejam agentes transformadores de sua realidade e não vítimas. Cursos de capacitação profissional para que ela possa acender em suas necessidades econômicas e sociais. Programa de acolhimento para mulheres em situação de vulnerabilidade.

Dr. Pacheco

Dr. Pacheco (Podemos) Não respondeu dentro do prazo estipulado.

 

Edney Duarte


Edney Duarte Jr. (Novo) Criarei políticas de proteção e prevenção à violência contra a mulher, além de uma rede de atendimento às mulheres em situação de violência. Também irei trabalhar junto à Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) para combater a violência doméstica e o feminicídio.

Alexandre Nicola

Alexandre Nicola (PDT) Proponho a criação de uma canal de denúncia exclusivo, sigiloso e seguro, campanhas de conscientização e ampliação dos programas de orientação e suporte psicológico, além da criação de um botão do pânico como aplicativo de celular.

 


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