Política

Louveira terá auxílio e AUJ busca alternativas econômicas

REGIÃO Municípios ainda tentam medir o real impacto do fechamento dos comércios na economia local e como minimizá-los


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Os bares e comércios de rua têm sido os mais prejudicados com as restrições da Fase Emergencial do Plano SP
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A Câmara de Louveira aprovou o projeto de lei do Poder Executivo que autoriza a Prefeitura a criar o Auxílio Financeiro Emergencial (AFE), que vai oferecer aos comerciantes da cidade 3 parcelas mensais de R$ 1 mil cada, totalizando R$ 3 mil em benefícios. A iniciativa faz parte de um pacote de ações criado pela Prefeitura de Louveira para minimizar os efeitos da crise gerada pela pandemia na economia local.

O adoção da medida, que contará com investimento de aproximadamente R$ 1,6 milhão, tem como meta suprir a carência financeira dos estabelecimentos comerciais que tiveram suas atividades impedidas durante as fases Vermelha e Emergencial do Plano São Paulo.

De acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, serão beneficiados cerca de 500 estabelecimentos. "Ressaltamos que o auxílio é dirigido somente a proprietários de locais que que foram obrigados a fechar as portas durante as fases mais restritivas do Plano São Paulo. O objeto da prefeitura é oferecer apoio para que estes comerciantes consigam continuar em funcionamento após a pandemia", afirma o secretário de Desenvolvimento Econômico, Alessandro Ribeiro Walter.

Em março de 2021, a Prefeitura de Jundiaí editou um decreto postergando o vencimento dos tributos de empresas e profissionais liberais para o segundo semestre do ano, para estudar novas medidas mitigadoras do efeito da pandemia na economia local.

Além disso, em fevereiro, foi lançado a segunda etapa do Jundiaí Empreendedora, junto com o Sebrae e com a participação de mais de 30 entidades representativas da economia da cidade, visando a desenvolver um plano de ação para estimular as vocações dos diversos ramos de atividade da cidade, especialmente os pequenos e médios negócios, que são os mais afetados pela pandemia.

A Prefeitura de Várzea Paulista informa que não há previsão de auxílio financeiro para os microempreendedores, o apoio vem sendo dado em forma de cursos e linhas de crédito no Banco do Povo, além da prorrogação do pagamento do alvará para setembro. O Banco do Povo de Várzea Paulista está uma nova linha de crédito com condições exclusivas para o público feminino: o Empreenda Mulher. O programa tem o objetivo de incentivar a autonomia das mulheres, possibilitando acesso a crédito e oferta de cursos de qualificação. Os empréstimos estão disponíveis com condições especiais e a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, que liberou no mês de março R$ 50 milhões em microcrédito pelo Banco do Povo, exclusivos para mulheres domiciliadas no estado.

Seu foco é na redução de juros e multas sobre débitos fiscais que as pessoas tenham com relação a tributos, preços públicos ou multas em geral vencidos até 31 de dezembro de 2020.

Já em Cabreúva, O prefeito Mangini (PSDB) promulgou a lei que institui o Programa de Recuperação de Débitos Fiscais, criando incentivo para o cidadão quitar suas pendências com o município.

Em Jarinu, a prefeitura tem providenciado a entrega de cestas básicas em domicílio para assistidos pela Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social, com ampliação do cadastro de pessoas em vulnerabilidade.

O município de Itupeva informou que ainda está sendo feito um estudo do impacto econômico da pandemia nas contas do Executivo e sobre as possibilidades de ações por parte da prefeitura.


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