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Afastamento de Servidores Públicos e mais no Pela Ordem

Angelo Augusto Santi | 03/06/2020 | 06:59

Afastamento de Servidores Públicos 

Os vereadores jundiaienses aprovaram ontem (2) o projeto de lei complementar que regulamenta o afastamento dos servidores públicos com diagnóstico de síndromes gripais ou confirmação de covid-19 para tratamento de saúde, mediante apresentação de atestado médico. O período de afastamento estará em vigor enquanto durar o estado de calamidade pública decretado pela Prefeitura de Jundiaí.

Transparência nos projetos de habitação

Em Sessão Ordinária realizada na manhã de ontem (2), a Câmara de Jundiaí aprovou, por unanimidade, o projeto de lei do vereador Romildo Antonio da Silva (PL), que altera a Lei que instituiu a Política Municipal de Habitação para ampliar a divulgação e transparência de informações sobre programas e projetos de habitação de interesse social.

Abertura de parques e salões de beleza 

Vereadores jundiaienses vão enviar à prefeitura um ofício pedindo uma previsão para a reabertura de parques e áreas públicas que recebem praticantes de atividades físicas. Além disso, alguns parlamentares voltaram a debater a questão dos salões de beleza e cabeleireiros, que não foram, mas poderiam ter sido inclusos na lista dos comércios que foram autorizados a voltar a funcionar desde segunda-feira (1).

Miguel Haddad encerra mandato

O deputado federal Miguel Haddad (PSDB) deixou a Câmara Federal neste semana após passar oito meses na suplência da sua coligação. Durante o período, ele destinou R$ 7 milhões em recursos federais para a área de Saúde de entidades e municípios da região, e R$ 2 milhões via governo do Estado para custeio do Grendacc. A prestação de contas completa está disponível em suas redes sociais.

Queda na audiência das sessões 

Após adotar regime especial por conta da pandemia do novo coronavírus, a Câmara de Jundiaí passou a realizar suas sessões ordinárias no período da manhã. Fato esse que fez que com a participação e audiência popular caíssem. Ontem, apenas 25 pessoas aproximadamente acompanharam a sessão pelo Facebook. A Tribuna Livre também não está sendo realizada por conta do período eleitoral.

Moro ficará seis meses sem advogar

A Comissão de Ética Pública da Presidência decidiu ontem (2) que o ex-ministro da Justiça Sergio Moro deve cumprir período de quarentena. Pela decisão, Moro receberá salário por seis meses, poderá dar aulas e escrever artigos no período e não poderá trabalhar como advogado durante a quarentena. A lei diz que pessoas que tenham exercido cargo de ministro devem respeitar a chamada “quarentena” de seis meses.


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