Política

Alckmin diz que está entre sete nomes para vice, mas que desfecho está longe


Pré-candidato à Presidência da República, Geraldo Alckmin (PSDB) disse nesta quarta-feira (1º) que está analisando sete nomes para escolher quem ocupará o posto de vice em sua chapa. O tucano reúne-se no início da noite com a cúpula de DEM, PP, PR, PRB e SD, o chamado centrão, para discutir o assunto, mas afirmou que a decisão não deve ser tomada agora. "Está longe", afirmou, embora queira definir o nome até sábado (4), data da convenção nacional do PSDB. Questionado se o nome seria indicado pelo centrão, ele respondeu que "não necessariamente". Desde que foi rejeitado pelo empresário Josué Alencar (PR), Alckmin e seus aliados têm discutido uma série de possibilidades. Já foram cogitados nomes como o empresário Benjamin Steinbruch (PP), da vice-governadora do Piauí, Margarete de Castro Coelho, da líder da bancada ruralista, deputada Tereza Cristina (DEM-MS), do ex-ministro Aldo Rebelo (SD) e da senadora Ana Amélia (PP-RS). No início da semana, Ana Amélia descartou a possibilidade.

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"Não houve sondagem nem convite. [Vice-Presidência] não é minha seara. Sou senadora. Estou cuidando disso", disse à Folha na segunda-feira (30). Dois integrantes do centrão também disseram reservadamente que Steinbruch estava descartado. Ele é presidente da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), cujo grupo é responsável pela ferrovia Transnordestina, alvo de desgaste. A ferrovia está com obras atrasadas há mais de dez anos e o gasto, até o momento, já ultrapassou os R$ 6 bilhões. "Vocês podem ter uma surpresa", afirmou Alckmin sobre quem deverá ser seu escolhido. T_alckmin24

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