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Com medo de rejeição, políticos evitam misturar Copa e eleições

| 12/06/2014 | 00:36

Da abertura da Copa do Mundo, nesta quinta-feira (12) às 17 horas em São Paulo, até o último jogo em que a seleção brasileira entrar em campo pelo mundial, a maioria dos políticos e pré-candidatos de Jundiaí espera assistir às partidas em casa. Embora recebam convites para reuniões maiores, inclusive com seus chamados apoiadores, amigos e familiares, eles dizem que o momento não é para pedir votos, afinal a campanha eleitoral só será permitida em julho e, segundo eles, o torcedor pode se irritar.

“Seria irracional com o próprio eleitor. O cara ligado ali no Neymar. Acho que incomodaria”, diz o deputado federal e pré-candidato a estadual, Luiz Fernando Machado (PSDB). Embora já tenha feito papel de oposição e criticado a maneira como se conduziu o mundial no País, Luiz diz ainda que acompanhará os jogos.

Nesta quinta-feira (12), ele assistirá à abertura em casa. “Copa do Mundo não tem jeito. Estou preparando bandeiras. É uma oportunidade de ficar com meus filhos. É a primeira Copa deles”, conta. Pré-candidato a federal, o ex-prefeito de Jundiaí, Miguel Haddad (PSDB), informou, pela assessoria de imprensa, que assistirá ao jogo em casa, com a família, e que não se deve misturar Copa com eleições.


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