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Miguel Haddad comenta demissão de Mandetta e mais no Pela Ordem

Angelo Augusto Santi | 17/04/2020 | 07:25

Miguel Haddad comenta demissão

O deputado federal Miguel Haddad (PSDB) lamentou a demissão de Mandetta e comentou sobre o viés político das decisões em relação ao coronavírus. “O que há de pior é tornar ideólógica a solução para o confinamento e economia. Com dados concretos podemos encontrar o caminho certo para salvar vidas e evitar o colapso econômico. Lamentamos a demissão do ministro Mandetta. A troca do comando preocupa a todos nós.”

Câmara lamenta morte de Ari Castro

Castro Nunes Filho, que prestou serviços ao Legislativo municipal entre os anos de 1977 e 1996, chegando a presidir a Casa por dois anos. Ele tinha 71 anos e lutava contra um câncer no pâncreas.

Bolsonaro critica governadores

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) atacou governadores ao anunciar na tarde de ontem (16) a demissão do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e o nome de seu substituto, Nelson Teich. “Devemos tomar medidas, sim, para evitar a proliferação ou expansão do vírus, mas pelo convencimento e com medidas que não atinjam a liberdade e garantias individuais de qualquer cidadão”, afirmou.

“Saúde e emprego andam juntos”

Em seu primeiro pronunciamento como ministro, Nelson Teich diz ser fundamental entender o resultado de cada decisão tomada. “Saúde e economia não competem entre si, mas são complementares. O emprego é necessário e tem impacto na qualidade de vida. Precisamos entender a doença detalhadamente para entendermos o que está acontecendo e tomarmos as medidas necessárias”, disse.

Bolsonaro agradece Mandetta 

Em seu pronunciamento, o presidente Jair Bolsonaro agradeceu Luiz Henrique Mandetta por seu trabalho à frente da pasta e voltou a criticar medidas restritivas de governadores. “Foi realmente um divórcio consensual. Acima de mim como presidente e dele como ainda ministro está a saúde do povo brasileiro. A vida para todos nós está em primeira lugar”, declarou Bolsonaro.

Operadoras aéreas querem apoio 

Diante da redução de operações e de receitas, as operadoras aéreas da América Latina querem apoio dos governos para compensar as perdas. O pleito e os desafios durante a pandemia do novo coronavírus foram apresentados em entrevista coletiva concedida ontem (16) pela Associação Latino-americana e do Caribe de Transporte Aéreo (Alta). Segundo estimativas, deve haver uma queda de 25% do tráfego de passageiros em março.

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, durante lançamento do projeto da rede Nacional de Monitoramento da Qualidade do ar, da campanha Respire Vida, em parceria com a ONU Meio Ambiente.

 


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