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PT e PCdoB analisam força para futuros embates

| 06/10/2014 | 21:46

Os candidatos a deputado federal e estadual de Jundiaí não eleitos usaram o dia seguinte ao resultado das eleições deste domingo (05) para refletir sobre os votos obtidos e a representação deste quadro. A reportagem consultou apenas os nomes do PT e PCdoB, que coligados em nível municipal, formam, hoje, situação na cidade. Ao JJ Regional, eles reconheceram recomposição do PSDB nestas eleições e que irão estudar os próximos anos.

Candidato do prefeito Pedro Bigardi (PCdoB), Junior Aprillanti (PCdoB) não conseguiu ser eleito a deputado estadual. Com total de 35.664 votos, ele ficou atrás de Luiz Fernando Machado (PSDB) e Alexandre Pereira (SDD) entre os nomes da cidade. “Nossa expectativa era fazer três deputados estaduais e só fizemos dois. Fiquei como 1º suplente.”

Aprillanti já foi 1º suplente pelas últimas eleições gerais que disputou a Câmara dos Deputados. “O campo da centro-esquerda já estava fragilizado e tivemos muitos candidatos na Região. Mas a campanha foi boa, Temos dois anos pela frente para ver o que será.”

Presidente da Câmara de Jundiaí, Gerson Sartori (PT), que tentou ser deputado federal, fez 18.488 votos em Jundiaí e 44.164 em todo o Estado. “Encarei com tranquilidade e sei que fiz uma boa campanha. Eleição é assim. Um dia se ganha, outro se perde. E nem sempre se perde porque há muito aprendizado, ganhamos vivências e experiência.”

Para ele, a vitória de Miguel Haddad (PSDB) e Luiz Fernando Machado (PSDB) mostra uma recomposição do PSDB da cidade. “Isso ficou claro pelos números. Não é uma eleição municipal, mas o PSDB foi muito melhor. Acho que teremos que avaliar.” Sartori diz ainda que terminará seu mandato na presidência da Casa e não adiantou quem será o próximo presidente ou possíveis mudanças envolvendo seu cargo, embora haja comentários sobre novas intenções do PT.

Vereador, Paulo Malerba (PT) tentou ser deputado estadual e conseguiu 34.097. Destes, 7,8 mil foram votos de Jundiaí. Por ser sua primeira candidatura a deputado, o petista está satisfeito. “O resultado foi positivo. Não foi possível vencer, mas deu para construir uma trajetória política”, diz.

Ele ainda ressalta que colaborou para eleger a bancada do PT na Assembleia. “O quadro do PT foi mais adverso até pela rejeição ao partido, mas foi a conjuntura desta eleição. Isso por si só não determina a força de um lado nem fraqueza do outro”, opina.


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