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Cabreúva cresceu mais de 90% e deve repetir o êxito

| 08/05/2014 | 11:18

Apesar do tímido crescimento de 2% da economia brasileira no ano passado, as cidades do Aglomerado Urbano de Jundiaí (AUJ) despontam como um “oásis” econômico no País.  Cabreúva, Louveira e Itupeva serão as cidades que terão um grande boom econômico e Jundiaí continuará crescendo na casa dos 7,3% – um índice bem maior que a média nacional.

Em 2011, último levantamento realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), o PIB (Produto Interno Bruto) per capita de Cabreúva cresceu 94% e o feito deve ser repetido no ano posterior. Itupeva também tem um crescimento fenomenal e a pequena Louveira deverá, em breve, ultrapassar o PIB per capita de Jundiaó.

“Louveira é um fenômeno na Região. Imagino que estará à frente até mesmo de Jundiaí na próxima divulgação de dados do IBGE”, aponta o economista Gildo Canteli. O PIB de Louveira é o primeiro do Estado de São Paulo e o segundo do País.

Nas previsões do economista, em breve, Louveira será a primeira cidade do Aglomerado, seguida por Jundiaí, Cabreúva e Itupeva, nesta ordem. O êxito destas cidades está na atração de empresas com alto valor adicionado. “Cabreúva está construindo um parque industrial enorme. Louveira já possui empresas importantes e deve atrair mais, assim como Itupeva.

A Região vai crescer muito”, afirma Canteli. Segundo o economista, Jundiaí – que já possui um  desenvolvimento diversificado – se mantém com um bom crescimento, em torno de 7% neste ano.

Região
Para o diretor do Ciesp-Jundiaí, Mauritius Reisky, além do Aglomerado Urbano de Jundiaí, há outras cidades com grande potencial de crescimento econômico na Região: Vinhedo, Itatiba e Morungaba. Este crescimento cria impactos diretos ao desenvolvimento, já que refletem em um maior Orçamento Municipal, com  melhorias para o cidadão.

“Estamos inseridos em uma das regiões que mais crescem no Brasil”, afirma Mauritius. Ele lembra, entretanto, que o País precisa voltar sua atenção para obras de infraestrutura. “O País cresce a 2%. Se crescer a 4% entra em colapso. Não temos suporte logístico e o modelo rodoviário está em colapso. Nossa solução é mudar o modal de transporte para o trem.”

Na análise do diretor,  em 2013, os empresários brasileiros conseguiram repor as perdas de 2012, com um crescimento em torno de 2,2%. “Para 2014, esperamos um leve crescimento, mas algo em torno de 2% também. Estou otimista.”


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