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Brasileiros resistem às vacinas chinesa e russa, mostra pesquisa

A rejeição a um tipo de imunização produzida na China aumenta ainda mais para apoiadores do governo Bolsonaro


Tânia Rêgo/Agência Brasil
Primeiro dia da campanha estadual do Dia D de Vacinação Contra o Sarampo no Rio de Janeiro, caminhão itinerante da Secretaria Estadual de Saúde
Crédito: Tânia Rêgo/Agência Brasil

A população brasileira está menos propensa a receber uma vacina contra o coronavírus que tenha como origem a China, ou seja fruto de uma parceria com laboratórios do país asiático, ou a Rússia.

A rejeição a um tipo de imunização produzida na China aumenta ainda mais, quando se tratam de brasileiros que aprovam a gestão do presidente Jair Bolsonaro.

As conclusões estão presentes em estudo feito pelo Centro de Pesquisa em Comunicação Política e Saúde Pública, da Unb (Universidade de Brasília). Foram entrevistados 2.771 pessoas no estudo.

Também participaram do estudo acadêmicos da Universidade Federal de Goiás, da Universidade Federal do Paraná e da canadense Western University.

 


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