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Vacinação pode ser antecipada se Anvisa aprovar uso da CoronaVac, diz Doria

Na última sexta-feira, o Butantan formalizou na Anvisa o pedido para o uso emergencial do imunizante


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João Doria
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O governador de São Paulo, João Doria, informou que o Instituto Butantan vai apresentar, em coletiva de imprensa nesta terça-feira (12), mais detalhes sobre a eficácia da CoronaVac, vacina contra a covid-19 desenvolvida em parceria com o laboratório chinês Sinovac.

Segundo Doria, caso o uso emergencial do imunizante seja aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) antes do prazo estipulado em 10 dias, a vacinação no estado, com início previsto para 25 de janeiro, pode ser antecipada.

“O Instituto Butantan realiza amanhã mais uma apresentação específica sobre a vacina, com todos os dados complementares”, anunciou o governador em entrevista à CNN nesta segunda-feira (11/1).

Na última sexta-feira, o Butantan formalizou na Anvisa o pedido para o uso emergencial do imunizante. O órgão regulador, no entanto, solicitou ao instituto informações complementares.

“As informações complementares já foram encaminhadas pelo Butantan no sábado e no domingo, e todas demais informações que forem solicitadas serão encaminhadas. Agora, chama a atenção que as informações da Fiocruz estão completas e que eles vão antecipar a aprovação da vacina de Oxford, patrocinada pela Fiocruz, que pertence ao governo federal, e, para a vacina do Butantan, foi pedido um volume de informações complementares a um relatório de 12 mil páginas”, pontuou.

O chefe do Executivo paulista ressaltou que o prazo de 10 dias para que a Anvisa dê o parecer sobre a aprovação do uso emergencial da CoronaVac já está em curso. “E quero reafirmar que São Paulo iniciará a vacinação dos brasileiros de São Paulo no dia 25 de janeiro. Se possível, inclusive antes, se houver a liberação da vacina antes”, declarou.

O governador disse ainda que a Sinovac deve solicitar nesta semana o registro definitivo da CoronaVac a autoridades chinesas. Caso o imunizante seja aprovado no país asiático, a Anvisa terá um prazo de 72 horas para autorizar ou não o uso da CoronaVac no Brasil.


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