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Mundo tem mais de 2 milhões de mortos pelo novo coronavírus, afirma universidade

Monitoramento da Universidade Johns Hopkins mostra que EUA e Brasil têm o maior número de vítimas da pandemia de covid


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O número de mortos por Covid-19 em todo o mundo chegou a 2 milhões, segundo o balanço da Universidade Johns Hopkins desta sexta-feira (15) — pouco mais de um ano depois dos primeiros casos registrados do novo coronavírus.

De acordo com o monitoramento, os Estados Unidos, com quase 390 mil vítimas, é o mais atingido pela pandemia em números absolutos. Em seguida, com mais de 207 mil mortes, está o Brasil.

Veja abaixo a lista dos 10 países com mais mortes por Covid-19

1 - Estados Unidos

2 - Brasil

3- Índia

4 - México

5 - Reino Unido

6 - Itália

7 - França

8 - Rússia

9 - Irã

10 - Espanha

Considerando o total de casos da doença, o mundo já registra mais de 93 mil diagnósticos do coronavírus. Os dados não consideram infecções ou mortes não registradas. Por isso, os números podem ser bem maiores do que os registrados pela Johns Hopkins.

 

ACELERAÇÃO DA PANDEMIA

O mundo atingiu a triste marca de 1 milhão de mortos no fim de setembro. Naquele momento, os números mostravam desaceleração no Brasil, mas já havia sinais de uma nova onda da Covid-19 na Europa puxada no fim do verão no Hemisfério Norte.

A situação piorou rapidamente a partir de novembro, nos países mais afetados pela pandemia. Os EUA chegam a registrar mais de 4 mil mortes em um só dia, e a Europa sente dificuldade para baixar os números diários de internações com a chegada de variantes mais contagiosas do coronavírus SARS-CoV-2. No Brasil, hospitais lotados nas cidades e mortes por falta de oxigênio em Manaus evidenciam a piora da pandemia.

Assim, somente entre dezembro e metade de janeiro, o mundo registrou mais de 500 mil mortes. Considerando a evolução da pandemia no planeta, trata-se do momento mais grave da crise sanitária.

Veja a aceleração das mortes no mundo por Covid-19

10 de abril: 100 mil mortes

28 de junho: 500 mil mortes

28 de setembro: 1 milhão de mortes

3 de dezembro: 1,5 milhão de mortes

15 de janeiro: 2 milhões de mortes

 

ONU PEDE COORDENAÇÃO GLOBAL E VACINAÇÃO

A marca de dois milhões de vidas é de cortar o coração, disse o comissário-geral da ONU, António Guterres.

"Infelizmente, o impacto mortal da pandemia foi ainda pior por causa da falta de um esforço global coordenado. Em memória a essas duas milhões de almas, o mundo precisa agir com mais solidariedade. A hora é agora. Vacinas seguras e eficientes contra a Covid-19 estão sendo distribuídas, e a ONU apoia os países a se mobilizarem no maior esforço global de imunização na história", afirmou.


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