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Vacina de Oxford será testada pela primeira vez em crianças e adolescentes

O ensaio clínico de fase 2 contará com 300 voluntários, sendo que 240 deles vão receber o imunizante


Tânia Rêgo/Agência Brasil
Vacinação dos profissionais de saúde, veterinários e agentes funerários com 60 anos ou mais de idade, que estam na ativa, na Clínica da Família Estácio de Sá, na região central da cidade. O município do Rio de Janeiro ampliou hoje (27) o público-alvo da campanha de vacinação contra a covid-19.
Crédito: Tânia Rêgo/Agência Brasil
A Universidade de Oxford anunciou nesta sexta (12) que a vacina produzida pela instituição em parceria com a farmacêutica AstraZeneca será testada a partir de agora também em crianças e adolescentes, com idades entre 6 e 17 anos. É o primeiro estudo a incluir essa faixa etária.
 
O ensaio clínico de fase 2 contará com 300 voluntários, sendo que 240 deles vão receber o imunizante contra a covid-19 e os 60 restantes, uma vacina controle, que será a de meningite. Os testes começam ainda neste mês, segundo a universidade.
 
"Embora a maioria das crianças não seja relativamente afetada pelo coronavírus e seja improvável que adoeça com a infecção, é importante estabelecer a segurança e a resposta imunológica à vacina em crianças e jovens", afirma Andrew Pollard, pesquisador-chefe do ensaio da vacina de Oxford, em nota divulgada pela universidade.
 
Para a pediatra Rinn Song, cientista da instituição, é importante coletar dados sobre a resposta imune em crianças e adolescentes para que eles possam se beneficiar da inclusão em programas de vacinação em um futuro próximo.

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