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SP tem 1.209 mortes por covid-19 em 24h e bate novo recorde

O número impacta a contabilidade nacional, que pode bater novos recordes nas próximas horas


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O estado de São Paulo registrou 1.209 mortes nas últimas 24 horas
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O estado de São Paulo registrou 1.209 mortes nas últimas 24 horas, de acordo com dados do governo estadual desta terça-feira (30). O recorde anterior no número de óbitos registrados em um dia foi de 1.193, da última quinta-feira (25) para sexta-feira (26).

O número impacta a contabilidade nacional, que pode também bater novos recordes nas próximas horas.

O total de casos de covid-19 registrados desde o início da pandemia até esta terça no estado é de 2.446.680, sendo que 21.360 foram novos registros nas últimas 24 horas. O total de óbitos no território paulista até o momento é de 73.492.

O novo recorde de óbitos no período de 24 horas ocorre em meio a sinais de que as medidas restritivas determinadas pelo governo estadual começam a dar algum resultado. Os dados são ainda são vistos com cautela, mas também algum alívio.

No último final de semana, por exemplo, São Paulo registrou, pela primeira vez desde fevereiro, uma baixa no número de pacientes internados em UTIs por covid-19.

No sábado (27), 12.983 pacientes estavam em leitos intensivos. No domingo, 28, o número caiu para 12.916, uma diferença de 67 pessoas. Na segunda (29), houve nova subida, para 12.946. Ainda assim, o número ficou abaixo do total de sábado.

O alerta, no entanto, segue ligado no nível máximo, e as medidas de restrição seguem sendo necessárias. A taxa de ocupação de UTIs estava em 92% na segunda (29).

Caso as medidas sigam surtindo efeito, os técnicos do governo imaginam que SP poderá assistir a uma queda importante no número de internados em UTIs a partir da próxima semana.

Na segunda, o Brasil registrou 1.969 mortes por covid e 44.720 casos da doença. O país chegou ao quarto dia seguido de recorde de média móvel de mortes, que agora é de 2.655.

Dos últimos 31 dias, 28 foram de recordes na média. A sequência só foi interrompida pelos dias 24 e 25 de março, período em que o Ministério da Saúde fez uma mudança na forma de registrar óbitos, o que causou problemas na documentação de estados e, consequentemente, uma queda artificial nos dados.


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