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Alemanha libera entrada de brasileiros vacinados contra a covid-19

CoronaVac está fora da lista de vacinas aceitas, assim como na França e no Canadá


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Alemanha libera entrada de brasileiros vacinados contra a covid-19
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A Alemanha mudou a classificação do Brasil na sua tabela da covid: antes entre os países identificados como zona com variantes do vírus, passou a ser zona de alto risco. Com isso, o país está aberto para brasileiros vacinados completamente, com imunizantes aprovados pelo Paul-Ehrlich-Instituts (PEI), instituto responsável pela aprovação de vacinas e medicamentos na Alemanha.

A CoronaVac está fora da lista de imunizantes aceitos, assim como ocorre na França e no Canadá. O comunicação oficial do governo alemão informa que “uma ampliação abrangendo outras vacinas com um padrão de proteção comparável está prevista assim que os testes necessários forem concluídos”.

Na Alemanha, o PEI alemão também não emitiu parecer ainda sobre o imunizante da chinesa Sinovac. No fim de junho, a Suíça liberou a entrada de brasileiros vacinados. Nesse caso, valem todas as vacinas aplicadas no Brasil, já que o país aceita as vacinas aprovadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o que inclui a CoronaVac. A França aguarda a aprovação do imunizante pela Agência Europeia de Medicamentos (European Medicines Agency – EMA), agência reguladora da Europa, que já aceita Pfizer, Moderna, AstraZeneca e Janssen. O órgão começou em maio a analisar o imunizante da Sinovac, mas não divulgou seu parecer até o momento.

Alemanha sem quarentena ou exame PCR

Os viajantes do Brasil autorizados a fazer turismo na Alemanha não precisam cumprir quarentena tampouco apresentar exame PCR negativo. Para a viagem, é preciso esperar 14 dias após a imunização completa e preencher o registro digital de entrada. O turista deve apresentar o certificado Covid Digital da União Europeia ou um documento semelhante.

Quem já teve covid pode viajar com apenas uma dose de vacina (no caso de imunizante com duas doses), desde que apresente um exame PCR positivo com data anterior à primeira aplicação, comprovando a infecção.

Criança de 6 a 11 anos tem de entrar no país acompanhada de pelo menos um dos responsáveis, totalmente vacinado, que deve apresentar exame PCR ou antígeno negativo realizado no filho. Para pequenos até 5 anos, não é exigido teste.


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