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Projeto ‘Saúde em Movimento’ é lançado na UBS Esplanada

Em Jundiaí, foi lançado o projeto que visa ajudar a enfrentar doenças crônicas


Divulgação
Fernanda Bifani, da UBS Esplanada, faz a avaliação individual dos pacientes
Crédito: Divulgação

De forma piloto a Plataforma de Saúde e Qualidade de Vida, da Prefeitura de Jundiaí lançou, na quarta-feira (29), o projeto denominado ‘Saúde em Movimento’, na Unidade Básica de Saúde (UBS) Esplanada. Este projeto faz parte de das estratégias da UGPS para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) no município de Jundiaí.

As Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) constituem 7 das 10 principais causas de morte no mundo, segundo dados publicados pela OMS, em 09 de dezembro de 2020. Como forma de reduzir as doenças, são realizadas ações de prevenção e o tratamento de doenças cardiovasculares, câncer, diabetes e doenças respiratórias crônicas, bem como no combate a lesões, em todas as regiões do mundo, conforme estabelecido na agenda dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. No Brasil, 72% das causas de morte estão relacionadas às DCNT, acima da taxa mundial, que corresponde a 70%. Outro dado alarmante é que 45% da população adulta é portadora de uma condição crônica.

Através do projeto “Saúde em Movimento” iniciado na UBS Esplanada, serão atendidos 30 usuários esta, por 24 semanas, sendo metade com acompanhamento e atividades presenciais monitoradas e o restante através de monitoramento à distância.

De acordo com as coordenadoras do Núcleo Ampliado de Saúde da Família e Atenção Básica (NASF-AB), Pâmela Mango e Gláucia Censi, o projeto piloto é realizado com usuários selecionados pelas equipes da Atenção Primária (UBS e NASF). “A atividade é realizada entre as equipes das Unidades de Gestão de Promoção da Saúde (UGPS) e Esporte e Lazer (UGEL), duas vezes por semana, com práticas físicas e também atividades de orientação. Para o início dos programas, os usuários terão exames de glicemia, colesterol e triglicerídeos colhidos. A proposta é avaliar após 12 semanas quais resultados foram obtidos, e através do monitoramento à distância, incentivar a manutenção dos hábitos saudáveis”, comentam.

Com os resultados, a partir do próximo ano, a intensão é multiplicar este projeto para as demais regiões da cidade, reforçando os cuidados às pessoas com doenças crônicas não transmissíveis, buscando reduzir as taxas de internações decorrentes do agravamento destas condições.

 


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